O Grupo Cultural Jongo da Serrinha (GCJS) cria grupos artísticos e também gera renda através de espetáculos integrados por crianças e jovens que participam dos seus projetos de qualificação profissional em música, dança e produção cultural.
Cerca de 20.000 pessoas assistiram a " Temporada Jongo da Serrinha 2003 ", no Teatro Carlos Gomes, Rio de Janeiro. Os ingressos a preços populares democratizaram o acesso à cultura possibilitando a ida de grupos de alunos da rede pública e população de baixa renda.
O espetáculo Jongo da Serrinha é formado por cerca de artistas de 01 a 85 anos, moradores da comunidade da Serrinha, artistas convidados e integrantes do projeto Escola de Jongo e conta com s de Valéria Mona e direção musical de Paulão Sete Cordas.
O Grupo Cultural Jongo da Serrinha foi fundado há cerca de 40 anos pela lendária Vovó Maria Joana Rezadeira e seu filho Mestre Darcy do Jongo. Ao perceberem que o último núcleo de jongo da cidade do Rio estava se extinguindo, Mestre Darcy e sua mãe resolveram levar a dança de roda praticada nos quintais, para os palcos. Criaram um espetáculo como estratégia de divulgação do ritmo e quebraram tabus: permitiram a entrada de crianças e jovens na roda antes reservada somente para os mais velhos e acrescentaram instrumentos de cordas no jongo.
| Letras das Músicas | |
"...Bendito louvado seja, |
|
| Galeria de Fotos | |
| |
|
| Depoimentos | |
| " No palco o que se vê é orgulho, cidadania e principalmente, arte. O jongo está com o futuro garantido nas vozes das crianças e dos jovens da Serrinha. O jongo se converteu em emprego e esperança para a sua comunidade. Em menos de três anos a ONG Grupo Cultural Jongo da Serrinha atende diariamente 650 crianças. Esse trabalho fez com que a história do jongo não se perdesse. Tanto o espetáculo como o projeto merecem todos os aplausos." João Pimentel (Jornal O Globo ) "Jongo, ancestral do samba! História do Brasil, identidade cultural carioca ! É ação de resgate de todo o nosso conteúdo musical ! Fui no quintal da Tia Maira lá em Madureira, me arrepiei o tempo todo. Vendo o show no teatro, sem exagero, me emocionei e chorei ao ver todos os meus ancestrais ali altamente representados." Sandra de Sá (cantora) |
|